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quinta-feira, 24 de outubro de 2013

DA HABILIDADE HUMANA DE JOGAR PEDRA NA GENI


Tenho visto um auê danado em torno da separação de um casal lindo, bem-sucedido, perfeito e famoso. Segundo a mídia, o motivo da separação seria uma moça igualmente linda, bem-sucedida, perfeita e famosa, mas que, ao contrário da esposa traída - alvo de toda solidariedade por parte da mídia e da opinião pública - é "uma puta rodada". 


Traição é algo desnecessário, doloroso, feio, essa coisa toda? É. Quem já foi traído sabe. Eu sei, porque já fui, então aprendi na pele, como aprendi algumas outras coisinhas:

1) Nenhum casal, mesmo lindo e bem sucedido, é perfeito.

2) Ninguém obriga ninguém a trair seu parceiro. a moça que está sendo chamada de "puta rodada" provavelmente não ameaçou o cônjuge alheio com armas, blackmails ou frases do tipo "transe comigo senão vou matar toda a sua família" a fim de que o rapaz dormisse com ela.

3) Machismo e déja vu caminham de mãos dadas na sociedade brasileira - e, infelizmente, esse "passeio no bosque" está a anos-luz de ter um fim. A esposa traída é sempre a vítima; a amante é sempre a puta desgraçada destruidora de lares; o marido sempre sai à francesa da história sem um arranhão. o homem que trai, trai porque é homem. A mulher que trai, trai porque é vagabunda. e a mulher que se sujeita a ser a outra é nada menos que o anticristo.

4) Nenhum relacionamento termina exclusivamente por causa de uma terceira pessoa. O buraco que mantém - ou deixa de manter - duas pessoas juntas é muito, muito mais embaixo.

Menos hipocrisia aí, sociedade.


(que fique claro que em nenhum momento estou fazendo apologia de traição. já fui traída, e sei que é algo que dá início a um processo muito doloroso de juntar os cacos de tudo o que é destruído dentro de nós quando passamos por isso. só estou dizendo que toda traição é multifatorial, como todo relacionamento também é, como indivíduo também é.)



segunda-feira, 21 de outubro de 2013

só pensando.

antes, rezava a lenda, todo mundo tinha um pouco de médico e louco. hoje, graças à internet, todo mundo tem um pouco de médico, louco, jornalista, cientista político, social media, voyeur e babalorixá. 

bom ou ruim? depende de quanto tempo você passa - e do que você procura - olhando pelo buraco da fechadura. ou daquilo que você mostra ao deixar, propositalmente, uma fresta da janela aberta.

sexta-feira, 21 de junho de 2013

que tamanho você tem?


Sempre acreditei que a gente não cresce por fora, mas por dentro.

Cresce quem aprende a ser honesto.
Cresce quem aprende a ser humilde.
Cresce quem aprende a ser correto - consigo mesmo e com os outros.

Cresce quem aprende que conquistar o próprio espaço não significa invadir o espaço alheio.

Cresce quem aprende que conhecimento não significa inteligência, e inteligência não significa sabedoria.

Cresce quem aprende que cada palavra semeada tem uma raiz que nunca se arranca - e aprende a calar antes de dizer palavra que semeie o mal.

A gente cresce com espírito, coração e mente.

Se, para você, os anos passaram mas mente, espírito e coração continuam pequenos, definitivamente, você não cresceu. Mas ainda dá tempo: nunca se está velho demais para aprender a ser grande.





quinta-feira, 27 de setembro de 2012

O ÚLTIMO CAPÍTULO DE AVENIDA BRASIL





E eis que a novela Avenida Brasil finalmente entra na sua reta final. Assisti apenas a alguns capítulos esparsos porque, confesso, não tive coragem de acompanhar a trama integralmente, cena a cena, dia após dia – algumas passagens me pareceram tão chocantes que desligava a televisão antes que o capítulo do dia chegasse ao fim: embora a excelência do elenco, a cenografia, caprichada e o inegável peso do “padrão Globo de telenovelismo”, Avenida Brasil, na minha modesta opinião, foi uma novela estranha. Pesada demais, cruenta demais. Uma versão contemporânea e ipsi literis, quase uma apologia, da tão abominada apesar de incansavelmente praticada lei de Talião. Com suas traições, roubos, trapaças, mentiras, Avenida Brasil me desconfortou desde o início e, provavelmente, desconfortará até o último momento. E, se João Emanuel Carneiro eu fosse, tentaria um pouco de leveza ao menos no capítulo final do folhetim. Minha Avenida Brasil terminaria da seguinte forma:

Tufão finalmente aceita que sua carreira de jogador de futebol acabou e que não tem talento nenhum para empresário e resolve, então, abraçar profissionalmente a atividade que mais desempenhou durante a novela: palhaço de circo.

Jorginho desaparece. Alguns meses depois, Nina é presa pois descobre-se que ela o matou e serviu no jantar quando descobriu que ele tivera uma filha com uma ex-BBB.

Suelen cria um blog na internet onde conta sua vida como Maria-Chuteira. Diante da repercussão, lança um livro que depois vira filme.

Max é preso e passa alguns anos na cadeia até obter liberdade condicional por bom comportamento; ao sair abre uma oficina mecânica e se casa com uma manicure chamada Babalu. Torna-se alcóolatra após ser abandonado pela mulher, que parte em busca do sonho de ser paquita do programa Xou da Xuxa.

Cadinho é abandonado pelas três mulheres e, deprimido, muda-se para o Iêmen, onde se converte ao islamismo e casa-se com outras sete.

Carminha, após driblar o cerco dos mocinhos da trama e transferir todo o dinheiro acumulado durante a novela para um paraíso fiscal, foge de jatinho particular para o exterior e, alguns anos depois, se casa com Marco Aurélio, que estava vivendo fora do Brasil desde a novela Vale Tudo

E se alguém estiver se perguntando por que, no meu último capítulo, a Carminha se dá bem depois de aprontar de tudo e mais um pouco: comparadas as vilanias de todos os personagens, ela não foi a mais podre entre as maçãs. Além disso, admitir é preciso: amo a Adriana Esteves.


E você? Como seria o seu último capítulo de Avenida Brasil



segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Sinal de Fumaça

E então, pessoas, se comportando bem na minha ausência?
Pois bem, eu não morri, mas a minha vida anda de cabeça para baixo - mudança de emprego, de cidade, de estado (uma sílaba pode fazer muita diferença, do Pará passei a morar no Paraná), de rotina... e por conta desse período de turbulência trans-adaptação, vou passar mais algum tempo sem internet e, por consequência, sem atualizar esse blog. Assim, que puder, volto a ser uma blogueira decente ;)
Saudades de todos, sem exceção. Muita saudade.
Um beijo!

segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

O Primeiro a Gente Nunca Esquece!


Soundtrack: Peter Björn and John - Young Folks


E finalmente o Sabe de uma Coisa?, neste 31 de dezembro de 2008 (decidi antecipar as comemorações por motivos óbvios e porque estarei viajando entre 30 de dezembro e 4 de janeiro), completa seu primeiro aniversário! Ao longo desse tempo e das 123 postagens no ar muita gente passou por aqui, leu, comentou, não comentou mas virou leitor, se identificou, se acumpliciou, se emocionou, se divertiu, refletiu, chorou, riu, se espantou com a minha tendência a trocar o layout como quem troca de roupa, se correspondeu comigo por e-mail, me adicionou no Orkut e no MSN, me puxou as orelhas na época das minhas ameaças de blogcídio, muita gente me deixou fazer parte da sua vida e passou a fazer parte da minha, muita gente fez, aconteceu e interagiu com esse espaço e é em parte responsável por ele estar comemorando esse primeiro ano de existência.

Ao longo desse um ano foram muitos aprendizados, trocas, compartilhamentos, muito amadurecimento e crescimento em todas as esferas. E eu só tenho a agradecer a todos vocês, amigos, vizinhos, seguidores, leitores esporádicos, à galera que sempre faz um pit stop pra comentar, à galera que não comenta mas que está religiosamente por aqui e, por último porém não menos importante, aos comentaristas anônimos - que mesmo preferindo continuar no anonimato são os anônimos mais legais do mundo e sempre deixam uma palavra de carinho - pela sempre fantástica companhia e por terem feito essa pequena blogueira que vos escreve desrespeitar as fronteiras de Belém do Pará e, literalmente, rodar o mundo:



Este mapinha - printado do contador de acessos - mostra os lugares onde esse blog foi lido ao longo de 2008. Muito obrigada ao pessoal de norte a sul deste Brasil, Portugal, EUA, Japão, França, Holanda, Reino Unido, Alemanha, Espanha, Itália, Suíça, Canadá, Peru, Emirados Árabes, Nigéria, Moçambique, Turquia, Áustria, Bélgica, Egito, Nova Zelândia, África do Sul, Paraguai, Cabo Verde, México, Argentina, Irlanda, Indonésia, Nicarágua, Índia, Chile, Finlândia, Senegal e tantos outros que levaram o Sabe de uma Coisa? pelos quatro cantos do planeta!


A todos vocês que fazem parte disto, eu agradeço - pelo carinho, pela companhia, pela amizade, pelo crédito... por estarem sempre comigo e por provarem dia após dia que esse negócio de dividir as pessoas em virtuais e reais é uma grande balela, pois o calor humano é algo que ultrapassa a fronteira dos pixels. A cada um minha admiração, meu respeito, amizade e gratidão. Feliz Ano Novo pra todo mundo, que esses 365 dias que virão sejam dias de paz e de grandes alegrias para todos nós.

Nos vemos em 2009. ;)

Beijos!


sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

Sobre Amor e Outras Luzes


Soundtrack: Eels - My Beloved Monster




Ontem, 25 de dezembro, Natal, fui trabalhar como de costume - porque médico não tem feriado nem dia santo e porque eu simplesmente não consigo deixar de passar no hospital para avaliar os pacientes internados. A verdade é que nem precisava ter ido já que o plantonista que segura as pontas nessas datas estava por lá, mas fui - e, depois de passar a visita nas enfermarias, resolvi dar uma esticada até o shopping mais próximo a fim de pegar um cinema, coisa praticamente impossível durante a semana. Nada de filmes-cabeça ou produções oscarizáveis: a idéia era assistir a algo leve e sem grandes pretensões além de entretenimento, e eu já estava quase comprando o ingresso quando vi que Marley & Eu, adaptação para as telas do best-seller homônimo de John Grogan, dirigida por David Frankel (de "O Diabo Veste Prada") e que conta com Owen Wilson e Jennifer Aniston no elenco, estava estreando no circuito e que faltavam apenas alguns minutos para o início da primeira sessão. Li o livro há alguns meses e, coincidentemente, li anteontem a resenha do filme na edição de dezembro de uma das revistas que assino - e já havia mesmo me apaixonado irremediavelmente pelo incontrolável e desastrado labrador cuja história, verídica e contada pelo dono, serve como pano de fundo para uma viagem pelos caminhos e descaminhos que regem as relações entre humanos e animais e, sobretudo, entre humanos e humanos.

Marley & Eu não é um filme sobre cachorros, apesar de o seu protagonista ser um endiabrado porém adorável "bichinho" de 4 patas: o labrador de 50 kg é do tipo que destrói todos os móveis, monta nas pessoas, faz xixi em lugares inapropriados, arrebenta portas por medo de trovões, rompe paredes de compensado, baba nas visitas, arranca roupas de varais vizinhos, come praticamente tudo que vê pela frente - incluindo revestimentos de sofás, jóias, um telefone e uma secretária eletrônica - e que torna todas as tentativas de adestramento um grande fiasco. No entanto, mesmo sendo tão desajustado, Marley está longe de ser - como sugere o subtítulo do filme - o pior cão do mundo: da mesma forma que recusa qualquer limite ao seu comportamento, seu amor e lealdade também são ilimitados. Marley, à medida em que transforma a vida dos Grogan em uma fonte inesgotável de confusões, se torna um devotado membro da família e mostra que o amor incondicional pode vir de várias maneiras - algumas mais estabanadas, é verdade, mas nem por isso menos incondicionais ou menos leais. Marley & Eu, mais do que a história de uma família e seu animal de estimação, é uma história sobre amor, sobre amar alguém cheio de defeitos, como todos nós, e ser amado por esse ser; sobre o quão feliz e rica pode ser essa convivência desde que deixemos os senões de lado. É quase impossível não simpatizar com o grandalhão, não se acumpliciar com suas travessuras e não se deixar cativar por seu coração puro.

Marley & Eu é uma história para todas as idades, lindamente despretensiosa como igualmente o são os amores gratuitos, esses que nascem e independem de razões para existir. É uma história sobre tolerância, comprometimento, amizade e incondicionalidade - que ultrapassa a relação entre homem e animal e estende profundas raízes para o campo das relações interpessoais, que tantas vezes esbarram em reservas tão inúteis quanto castradoras. Uma história, talvez, sobre vida e morte, e sobre os laços que realmente importam nesse percurso que fazemos entre essa existência aqui, tão única com suas alegrias e dores, e o instante de apagar-se dela. Uma história para rir, para chorar, para se emocionar, para pensar e, sobretudo, uma história para não ignorar nem esquecer.

Ainda dá tempo de desejar um Feliz Natal, não? Afinal de contas, Natal é todo dia, desde que estejamos de coração aberto ao verdadeiro significado dessa data... Então Feliz Todo Dia a todos, e um 2009 carregado de 365 dias de boas energias e de amor em overdoses, minha gente, muito amor pra todo mundo!

Beijos!

___________

UPDATE:

Minha mãe, passando por aqui para ler minha opinião sobre o filme - já que a intimei a assisti-lo - deu uma risada e saiu-se com esta: se esse Marley fosse uma pessoa, sem dúvida seria você. Até o olhar é igual. Mães... quem pode com elas?



segunda-feira, 10 de novembro de 2008

Metáfora do Dia

Nem tudo que reluz é ouro. Ou diamante.


Certo dia um homem, caminhando distraidamente pela rua, pensando na vida, deixou cair do bolso uma moedinha sem valor. Ao se abaixar para recuperá-la percebeu um brilho discreto e inconfundível no chão. O homem se esqueceu da moeda e tomou nas mãos aquela pedrinha reluzente; maravilhado, constatou que se tratava de um pequeno diamante – uma fortuna inestimável apesar do diminuto tamanho. Mal pôde acreditar que algo tão valioso finalmente tivesse ido parar nas suas mãos, e daquela forma tão inusitada; mas agora o diamante era seu, e nada no mundo o tiraria dele. Ainda trêmulo, o homem envolveu seu tesouro em um lenço com muito cuidado e carinho, e o depositou no bolso da camisa. Seguiu para casa feliz, agradecendo pela sorte que finalmente lhe havia sorrido.

Ao chegar em casa o homem trancou todas as portas e janelas, sentou-se na cama, retirou o diamante do bolso e se deteve a examiná-lo demoradamente. Era, de fato, um diamante. Pequeno, um pouco sujo da poeira dos calçados que o haviam pisoteado, mas um legítimo diamante. Talvez por isso ele tivesse sido ignorado pelos transeuntes; aquela ligeira crosta de terra decerto o fizera passar por uma pedrinha comum. Mas ele, o homem, dono de olhos treinados, conhecedor de pedras de todos os tipos, as valiosas e as de brilho falso, o reconhecera. Era, de fato, um diamante. E era seu, embora não soubesse muito bem o que fazer com ele. Decidiu guardá-lo dentro de uma caixinha de jóias, quietinho, seguro, a salvo da cobiça do mundo, até que fosse hora de retirá-lo.

Porém – apaixonado que era por belezas reluzentes – o homem continuou a colecionar pedrinhas. E, quando já não havia espaço para acumular tanta tralha, o homem passou a guardar as bijuterias na mesma caixinha de jóias que servia de refúgio para o diamante; este praticamente desapareceu, afogado sob tanto peso sem valor. O homem, a essa altura, tão ocupado estava em colecionar pedrarias que se esquecera dele. E numa noite de bebedeira abriu a caixinha de jóias, despejou todo seu conteúdo sobre a mesa de jantar e perdeu-se em admiração por todas aquelas cores e formas que saltavam diante de seus olhos... por fim, num surto de insanidade, apanhou o pequeno diamante – entre todas as pedras, a menor e mais desprovida de cor – e a atirou raivoso dentro do vaso sanitário. E puxou a descarga (!!!).

No dia seguinte, em meio à ressaca, o homem se lembrou do diamante e do que fizera. Desorientado, torcendo para que os acontecimentos da noite passada não tivessem sido mais que um terrível pesadelo, abriu a caixinha de jóias: vazia. Revirou a casa inteira: nada. Buscou em todos os lugares, vagou pelas ruas à procura de sua pedrinha... mas ela realmente se fora. E ele nunca mais tornou a vê-la, nem encontrou outro diamante – afinal de contas, diamantes não nascem em árvores, não é mesmo?


Moral da história: há pedrinhas chinfrim, há semijóias e há (pouquíssimos, raríssimos, exclusivíssimos) diamantes. Misturar as três categorias no mesmo balaio é abusar da sorte.


Beijos a todos e ótimo início de semana!

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P.S.: estarei um pouco ausente entre os dias 12 e 16 desse novembro devido a uma sequência de provas de residência espalhadas por aí. Na segunda-feira, 17/11, tô de volta. Torçam aí! :)


sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008

Passando

Breve de volta cheia de novidades. MH, Milinha, Si, Heliarly, Fernando, Van, Renatinha: mais que obrigada pelos presentes, vou postar tudo, tudinho, nos primeiros instantes do meu "retorno de Jedi".
Saudade não mata, mas maltrata. Saudade de todos. Das grandes.
Beijos!

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008

Sinal de Fumaça

Passando pra tentar me redimir do sumiço - e dizer que não, não fui abduzida, nem sequestrada, nem morri, nem perdi a memória, nem me desapeguei do mundo virtual... só uns contratempos que andam me tomando tempo e disposição.

Devo passar mais algum tempo ausente daqui. Mas tô morrendo de saudade de todos. Assim que puder, passo pra visitar todo mundo, mesmo que não consiga postar. Obrigada por cuidarem tão bem do meu cantinho na minha ausência!

Bom carnaval pra todo mundo. Divirtam-se!

Beijos a todos!
P.S.: hoje abri minha caixa de e-mails e li um e-mail datado do dia 25/01/08, com um link direcionado para um site e uma mensagem anônima - muito fofa, mas anônima. Então, anônimo, se vc existe, me conhece e a mensagem não é vírus, entre em contato, tá? Ou será resposável por uma morte por curiosidade não saciada...